Como escolher um celular em 2025: guia completo para não errar na compra

Entender ficha técnica hoje é quase obrigatório para não jogar dinheiro fora. Neste guia você vai aprender, de forma prática, como escolher seu novo celular

Como escolher um celular em 2025: guia completo para não errar na compra

O mercado brasileiro de celulares em 2025 está vendendo menos aparelhos, porém, com preços bem mais altos. Na prática, o que isso significa para você que está escolhendo um celular agora?

  1. O brasileiro está ficando mais tempo com o mesmo aparelho, então escolher bem o modelo virou algo mais importante.
  2. Intermediários com “cara de top” dominam as buscas, como Galaxy A17, Redmi Note 14 Pro e Moto G86.
  3. Flagships de geração anterior e modelos “custo-benefício” da Apple, do iPhone 13 ao iPhone 16e, viraram refúgio de valor.
  4. 5G, boa tela, câmera que não faz feio e bateria para o dia inteiro são os novos mínimos desejáveis pelos brasileiros.

Atualmente, as pessoas estão em busca de:

  • Celular que não trava.
  • Câmera que não passa vergonha.
  • Bateria que aguenta o dia inteiro de trabalho, trânsito e redes sociais.
  • 5G preparado para os próximos anos.

Porém, todo o resto da ficha técnica dos aparelhos mais confunde do que ajuda na hora de selecionar um aparelho. Então, o PromoSeleção vai traduzir tudo isso para você, item por item, incluindo exemplos reais de celulares em cada uma das 3 faixas de preço.

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Passo a passo para não errar

Se você quer uma novo celular, pense nisso:

  1. Escolha qual seu perfil de uso principal:
    • Uso básico: redes sociais, WhatsApp, Pix, banco
    • Trabalho: reuniões, muitos apps ao mesmo tempo
    • Jogos: edição de vídeo, fotos e vídeos para redes
  2. Escolha a faixa de preço realista
    • Até ~R$1.300: foco em não passar raiva com travamentos e bateria fraca
    • Entre ~R$1.300 e ~R$2.500: o famigerado custo-benefício de 2025
    • A partir de ~R$3.000: para ter experiência premium e mais longevidade
  3. As configurações mínimas para 2025:
    • Processador: pelo menos um chip recente pensado para intermediários, não chips de entrada muito antigos.
    • RAM: 6 GB como piso aceitável ou 8 GB ideal para quem quer ficar mais tempo com o aparelho.
    • Armazenamento: 128 GB para a maioria dos usuários, 256 GB se você grava muito e não gosta de apagar nada.
    • Tela: pelo menos Full HD e, se possível, 90 Hz ou 120 Hz, principalmente, se você é sensível a fluidez.
    • Bateria: 5.000 mAh virou o padrão, com carregamento decente.
    • 5G: se você vive em grandes capitais e quer aparelho para 3, 4 anos.
  4. Exemplos rápidos por faixa
    • Básico: Galaxy A07, Redmi 15C, Moto G15.
    • Intermediário: Galaxy A17, Redmi Note 14 Pro 5G, Moto G86.
    • Premium: Galaxy S25 Ultra 5G, iPhone 17, iPhone 16e.

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Como pensar no processador em 2025, sem virar “nerd de ficha técnica”

O processador é o cérebro do celular. Mas, na prática, você não precisa decorar todos os nomes de chips. Você precisa entender o que ele impacta na celular.

O que o processador muda na sua vida?

• Velocidade para abrir apps como WhatsApp, Instagram, banco, Uber, iFood.
• Fluidez de multitarefa, quando você alterna entre reuniões, e-mail, navegador, planilha.
• Desempenho em jogos, como Call of Duty Mobile, Free Fire, Genshin Impact.
• Capacidade de lidar com recursos de câmera, edição de vídeo, IA e atualizações futuras.

Regras práticas para escolher um processador em 2025

Em vez de decorar nomes, pense em camadas de uso.

  1. Uso básico, redes, banco, apps de dia a dia:
    • Processadores de entrada recentes, como os encontrados em Galaxy A07, Redmi 15C e Moto G15, já dão conta, desde que combinados com RAM suficiente.
    • Não espere milagres em jogos pesados, mas espere um uso “sem sofrimento” em tarefas diárias.
  2. Uso intermediário, trabalho, estudo, multitarefa:
    • Aqui vale mirar em chips de intermediários fortes, como o Dimensity 7300 MediaTek do Moto G86 ou o Mediatek Dimensity 7300 Ultra do Redmi Note 14 Pro 5G.
    • Esses chips permitem manter vários apps abertos, reuniões por vídeo, streaming e redes sem travamento incômodo.
  3. Uso pesado, jogos e criação de conteúdo
    • Para quem joga títulos pesados ou trabalha com vídeo, é o território de chips topo de linha, como a linha Snapdragon 8 Elite dos Galaxy S25 ou os chips Apple A19 do iPhone 17 e A18 do iPhone 16e.
    • É aqui que você sente diferença real em renderização de vídeo, jogos no máximo, gravação 4K ou 8K.

Importante:

Antes de comprar, pense:

• O meu uso é mais parecido com o de quem joga muito ou com o de quem vive em WhatsApp, Instagram, navegador e reunião?
• Eu pretendo ficar mais de 3 anos com esse celular?

Se a resposta para a segunda pergunta for “sim”, faz sentido considerar um processador um degrau acima, mesmo que isso empurre você de um básico para um intermediário ou de um intermediário para um premium.

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RAM, o verdadeiro “anti travamento” em 2025

Se o processador é o cérebro, a RAM é a mesa de trabalho. Quanto mais RAM, mais coisas você consegue manter abertas sem tudo virar bagunça.

O que a RAM muda na prática?

• Quantos apps você consegue manter abertos sem reabrir do zero.
• Se o celular vai “engasgar” quando você alterna entre WhatsApp, Instagram, Google Maps, app do banco.
• Se as reuniões por vídeo travam quando você compartilha tela ou mexe em outros apps.

Regras práticas de RAM para 2025:

• 4 GB de RAM, só se o orçamento estiver extremamente apertado e o uso for bem básico.
• 6 GB de RAM, piso recomendável para não passar raiva com multitarefa.
• 8 GB de RAM, patamar ideal para quem quer ficar anos com o aparelho e não tolera engasgos.

Repare como alguns modelos citados no mercado brasileiro refletem isso.

• O básico Galaxy A07, já vem com versões de até 8 GB, o que ajuda muito na sensação de “não trava tanto assim” para redes e streaming.
Redmi 15C, também tem versões com até 8 GB, o que, para um aparelho de entrada, é excelente.
Moto G86 5G, entrega 8 GB de RAM + 16GB RAM Boost, com proposta de fluidez por vários anos.
Redmi Note 14 Pro 5G, combina 12 GB com processador forte, excelente para quem trabalha no celular.

Regra de bolso

Se você abre vários apps ao mesmo tempo, passa o dia entre WhatsApp, e mail, navegador, Docs, chamadas de vídeo e redes sociais, 8 GB não é excesso, é o novo normal para quem quer paz de espírito.

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Armazenamento, não subestime os gigabytes

Armazenamento não aparece na propaganda tanto quanto câmera e 5G, mas ele decide se você vai viver apagando foto ou não.

Mínimos saudáveis em 2025:

• 64 GB, limite inferior para quem quase não faz fotos e usa pouco app, mas não é o ideal.
• 128 GB, ponto de equilíbrio para a maioria dos usuários.
• 256 GB ou mais, recomendado para quem grava vídeo, baixa séries para assistir offline e não gosta de apagar nada.

As opções do mercado:

• Aparelhos básicos mais interessantes são o Galaxy A07 a partir de 128GB, e Redmi 15C e Moto G15 com 256GB, o que muda completamente a experiência.
• Intermediários como Moto G86 5G entregam 256GB, enquanto o Redmi Note 14 Pro 5G já vem com 512GB, o que é um grande argumento de custo-benefício.
iPhone 16e na versão de 128 GB já é suficiente para muita gente, mas quem grava vídeo pesado se beneficia de capacidades maiores.

Pergunte a si mesmo:

• Você costuma guardar tudo, prints, vídeos de WhatsApp, arquivos do trabalho?
• Costuma baixar séries ou playlists inteiras para ouvir offline?

Se a resposta for “sim”, pensar em 256 GB pode valer mais a pena do que subir de um modelo para outro apenas por câmera.

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Tela, onde você realmente “vive” com o celular

É na tela que você trabalha, joga, assiste, lê, namora, resolve vida de banco. Em 2025, ignorar a tela é erro clássico.

Principais pontos

  1. Resolução:
    • HD, aceitável só em modelos realmente básicos, e mesmo assim por economia máxima.
    • Full HD ou superior, recomendado para a maioria dos usuários, com texto mais nítido e vídeo mais agradável.
  2. Tipo de painel:
    • LCD, entrega uma boa qualidade em muitos modelos básicos e alguns intermediários, mas perde em contraste e profundidade de preto.
    • AMOLED, pOLED, OLED, entregam pretos mais profundos, contraste muito melhor e cores mais vivas. São destaque em modelos como Galaxy A17, Redmi Note 14 Pro 5G, Moto G86 e praticamente qualquer flagship.
  3. Taxa de atualização:
    • 60 Hz, padrão antigo, ainda presente em muitos modelos de entrada e até em iPhones como o 16e, que apostam mais em fluidez geral do sistema do que em taxa alta de tela.
    • 90 Hz, já dá uma sensação de fluidez visível na rolagem.
    • 120 Hz, experiência muito suave para redes, leitura e jogos.

Exemplos ligados ao uso real

• Se você passa o dia respondendo WhatsApp e e mails, uma tela Full HD de qualidade já muda tudo, como a do Moto G15 ou Galaxy A17.
• Se você assiste muita série e YouTube no celular, AMOLED ou pOLED vira um diferencial enorme, como nos Redmi Note 14 Pro 5G, Moto G86 e Galaxy S25 Ultra.
• Se você joga bastante, combinando taxa de 120 Hz com processador à altura, você sente o conjunto como um todo, não só a tela.

Regra prática, se o orçamento permite, priorize tela boa tanto quanto câmera. Afinal, é onde você “mora” no aparelho.

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Câmera, megapixel não conta a história toda

A corrida de megapixels continua, mas o que você sente na prática é outra coisa.

O que realmente importa

• Consistência: A câmera precisa funcionar bem na maior parte das situações em que você usa, não só na luz perfeita.
• Noite e ambientes internos: É onde a maioria dos celulares mais baratos tropeça.
• Estabilização: Ajuda a ter vídeos menos tremidos e fotos menos borradas.
• App de câmera: Se é rápido para abrir e fotografar, se é simples de usar.

Veja alguns exemplos do mercado de 2025:

Redmi 15C impressiona por entregar câmera de 50 MP em um aparelho barato. Ótimo em boa luz, mas ainda limitado à noite.
Moto G15 tem câmeras honestas, que cumprem o básico, mas não são foco principal do aparelho.
Galaxy A17 tem conjunto que “não faz feio” no dia a dia, principalmente em luz boa, o suficiente para redes sociais.
Redmi Note 14 Pro 5G com sensor de 200 MP e estabilização óptica se destaca em fotos mais detalhadas, princiaplmente para quem gosta de recortar e editar.
Galaxy S25 Ultra eleva o jogo com zoom avançado, sensor de 200 MP e recursos de IA para tratamento de imagens.
iPhone 17 e iPhone 16e apostam em consistência, cores naturais e vídeo muito forte, principalmente para quem produz conteúdo.

Perguntas que valem a pena refletir:

• Você fotografa mais pessoas, filhos, amigos, eventos, pets ou produtos?
• Você tira mais fotos durante o dia, em ambientes bem iluminados, ou à noite, dentro de casa e em festas?

Se a resposta envolver muitas fotos à noite, vale a pena subir um degrau de faixa de preço ou buscar modelos conhecidos justamente por desempenho em ambiente mais desafiador, como Redmi Note 14 Pro 5G, Galaxy S25 Ultra ou iPhones recentes.

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Bateria e carregamento, liberdade ou ansiedade diária

Bateria virou um dos principais gatilhos em 2025, principalmente para quem vive em grandes cidades, trabalha em trânsito, faz entrega, atende cliente na rua.

O que olhar

• Capacidade em mAh: 5.000 mAh virou um padrão muito saudável.
• Otimização de software: que faz a mesma capacidade render mais ou menos.
• Velocidade de carregamento: que pode salvar sua vida em 30 minutos na tomada.

Exemplos:

Galaxy A07 entrega 5.000 mAh e Moto G15 vem com 5.200 mAh, justamente para segurar um dia inteiro de uso básico e intermediário.
• O destaque fica para o básico Redmi 15C, que já vem com 6.000 mAh.
• O intermediário Moto G86 se destaca pela combinação de 5.200 mAh com boa otimização, chegando ao fim do dia com folga para muita gente, além de vir com carregador TurboPower.
• Flagships como Galaxy S25 Ultra e iPhone 17 mais novos trazem baterias otimizadas pelo software, focando em manter boa autonomia mesmo com telas potentes e chips fortes.

Regra prática:

• Se você passa o dia fora de casa, 5.000 mAh é praticamente obrigatório.
• Se você trabalha em home office, consegue conviver com autonomia um pouco menor se o resto do pacote for superior, mas ainda assim é melhor não correr risco.

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5G, preciso mesmo em 2025?

A resposta curta: se você vive em capitais e grandes centros, sim, faz bastante sentido pensar em 5G hoje se você quer ficar anos com o aparelho.

O que o 5G muda

• Mais velocidade de download e upload, principalmente em áreas bem cobertas.
• Menos latência, que ajuda em jogos online e videochamadas.
• Mais preparo para os próximos anos, quando a cobertura tende a se expandir ainda mais.

Modelos como Galaxy A07, Redmi 15C e Moto G15 ainda são 4G em muitas versões, o que pode ser aceitável se o foco for pagar o mínimo possível.

Já intermediários como Galaxy A17, Redmi Note 14 Pro 5G e Moto G86 focam justamente em entregar 5G com bom custo-benefício.

Na linha premium, Galaxy S25 Ultra, iPhone 17 e iPhone 16e já trazem 5G completo como esperado, incluindo o eSim.

Regra prática:

• Se você pretende ficar menos de 2 anos com o aparelho, 4G ainda pode ser aceitável.
• Se você pretende ficar 3, 4 anos ou mais com o mesmo celular, faz bastante sentido investir em um modelo 5G.

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Como combinar tudo isso com o seu tipo de uso

Em vez de olhar só para números, pense em cenários.

Perfil 1: usuário básico que não quer passar raiva

Uso principal:

• WhatsApp, Instagram, TikTok de vez em quando, app de banco, Pix, transporte, compras.
• Poucos jogos, nada muito pesado.

O que faz mais diferença:

• Bateria forte para não ficar na mão no final do dia.
• RAM suficiente para não travar tanto: 6 GB.
• Armazenamento de pelo menos 128 GB.

Você pode considerar aparelhos da faixa básica, desde que respeitando esses mínimos.

Perfil 2: trabalho, estudo e vida toda no celular

Uso principal:

• E mail, WhatsApp profissional, chamadas de vídeo, documentos, planilhas, redes sociais, leitura.
• Várias abas abertas, alternância constante de apps.

O que faz mais diferença:

• Processador intermediário forte, não chip de entrada.
• 8 GB de RAM para não travar em multitarefa.
• Tela boa para leitura e trabalho, se possível, AMOLED ou pOLED.
• Bateria que aguente trabalho fora de casa.

Aqui, o jogo acontece na faixa intermediária.

Perfil 3: criador de conteúdo, gamer e usuário “heavy”

Uso principal:

• Jogos pesados, gravação de vídeos frequente, edição rápida no celular, uso de recursos de IA.

O que faz mais diferença:

• Processador topo de linha.
• 8 GB de RAM ou mais.
• Câmera consistente, boa em mais situações.
• Tela de alta qualidade, com bom brilho e, se possível, alta taxa de atualização.

Aqui, modelos premium ou intermediários muito fortes fazem mais sentido.

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Exemplos de celulares por faixa de preço, com links de oferta

A seguir, alguns exemplos de aparelhos reais em 2025 que se encaixam nesse raciocínio, para você ter uma referência prática. Os preços variam bastante, então pense neles como faixas, não como valores fixos.

1. Faixa básica, até ~R$1.300

Objetivo: gastar o mínimo possível sem cair em aparelhos que travam em qualquer coisa.

Samsung Galaxy A07

• Para quem é:
Usuário que quer um celular simples, mas atual, para redes sociais, streaming, apps de banco, Pix e uso do dia a dia sem grandes exigências.

• Por que faz sentido:
8 GB de RAM para um modelo básico, a partir de 128 GB de armazenamento e bateria de 5.000 mAh, o que entrega sensação de “celular honesto”. A tela grande ajuda em vídeos e redes.

• Pontos de atenção:
Sem 5G e câmeras que cumprem o básico, mas não encantam, principalmente à noite.

• Onde conferir o preço:
Ver Galaxy A07 na Amazon

Xiaomi Redmi 15C

• Para quem é:
Usuário que busca custo-benefício agressivo, aceita a proposta Xiaomi e quer algo melhor que o “mínimo do mínimo”, ainda em faixa de entrada.

• Por que faz sentido:
Câmera de 50 MP que impressiona em boa luz, bateria de 6.000 mAh e versões com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, algo raro na faixa básica.

• Pontos de atenção:
Ainda é 4G e pode vir com interface mais carregada de apps pré instalados. Nem sempre a assistência oficial é tão simples quanto a de marcas mais tradicionais no Brasil.

• Onde conferir o preço:
Ver Redmi 15C na Amazon

Motorola Moto G15

• Para quem é:
Usuário que valoriza bateria, tela com boa nitidez e sistema mais limpo, como pessoas que vêm de celulares bem antigos e querem algo simples, mas atual.

• Por que faz sentido:
Tela Full HD+, bateria que passa o dia, som estéreo e Android mais próximo do puro. A experiência geral é de “celular que não incomoda” para quem não exige demais.

• Pontos de atenção:
Chip básico, não é o aparelho para jogos pesados ou muita multitarefa. Sem 5G.

• Onde conferir o preço:
Ver Moto G15 na Amazon

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2. Faixa intermediária: ~R$1.300 a ~R$2.500

Aqui está o coração do mercado em 2025. Se você quer equilíbrio entre preço e experiência, é aqui que a maioria das boas escolhas aparece.

Samsung Galaxy A17 5G

• Para quem é:
Usuário que quer a “compra segura da Samsung”, com foco em redes sociais, fotos em boa luz, trabalho leve, estudo e streaming.

• Por que faz sentido:
Tela Super AMOLED de 6,5″, cores agradáveis, bateria de 5.000 mAh, interface One UI madura e promessa de atualizações, o que é um diferencial importante de longo prazo.

• Pontos de atenção:
Desempenho ok, mas não feito para jogos pesados. Câmeras competentes, mas não espetaculares em comparação com alguns rivais na mesma faixa.

• Onde conferir o preço:
Ver Galaxy A17 na Amazon

Xiaomi Redmi Note 14 Pro 5G

• Para quem é:
Usuário que quer câmera forte, tela excelente e desempenho de sobra por alguns anos, mas sem pagar preço de topo de linha.

• Por que faz sentido:
Tela AMOLED 120 Hz com alta resolução, câmera principal de 200 MP com estabilização óptica e processador Mediatek Dimensity 7300 Ultra (4 nm), ótimo para multitarefa e jogos. Conjunto poderoso para criadores de conteúdo e entusiastas.

• Pontos de atenção:
Interface com muitos recursos que pode parecer carregada para quem gosta de simplicidade. Questões de assistência e revenda podem pesar para parte do público.

• Onde conferir o preço:
Ver Redmi Note 14 Pro 5G na Amazon

Motorola Moto G86 5G

• Para quem é:
Usuário que valoriza fluidez, autonomia, som estéreo e sistema mais limpo, quer um aparelho para durar e não se irritar com travamento.

• Por que faz sentido:
Tela pOLED 120 Hz, até 24 GB de RAM (8GB + 12GB RAM boost), 256 GB de armazenamento, bateria de 5.200 mAh. Experiência muito equilibrada para quem trabalha, estuda e ainda joga algo de forma casual.

• Pontos de atenção:
Câmeras secundárias não são o ponto forte, principalmente ultrawide e macro. Não tem tantos “mimos” de topo de linha.

• Onde conferir o preço:
Ver Moto G86 5G na Amazon

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3. Faixa premium, a partir de ~R$3.000

Aqui entram os modelos que entregam melhores telas, câmeras, desempenho e longevidade, com preço compatível.

Samsung Galaxy S25 Ultra 5G

• Para quem é:
Usuário que quer tudo, tela absurda, câmeras avançadas, S Pen, desempenho máximo. Ideal para criadores de conteúdo, profissionais que vivem no celular e entusiastas de tecnologia.

• Por que faz sentido:
Tela AMOLED topo de linha, câmera principal de 200 MP, zoom avançado, recursos de IA e chip da série Snapdragon 8 Elite com desempenho de sobra. É o pacote completo do Android.

• Pontos de atenção:
Preço elevado, tamanho e peso podem incomodar. Para muitos, é mais do que precisam.

• Onde conferir o preço:
Ver Galaxy S25 Ultra na Amazon

Apple iPhone 17

• Para quem é:
Usuário que quer um iPhone atual, com chip A19, preparado para Apple Intelligence, boa câmera e integração com o ecossistema Apple, sem ir para a linha Pro.

• Por que faz sentido:
Desempenho excelente, câmera principal de 48 MP, vídeo muito forte, tela OLED de alta qualidade e promessa de anos de atualização. Ideal para quem trabalha com conteúdo e valoriza fluidez.

• Pontos de atenção:
Preço alto no Brasil e ausência de teleobjetiva, já que esta é reservada às versões Pro. Visual não tão diferente de gerações anteriores, o que reduz sensação de novidade.

• Onde conferir o preço:
Ver iPhone 17 na Amazon

Apple iPhone 16e

• Para quem é:
Usuário que sempre quis um iPhone atual, mas busca o melhor custo-benefício dentro do universo Apple.

• Por que faz sentido:
Traz o chip A18, suporte a Apple Intelligence, câmera de 48 MP com gravação 4K, classificação IP68 e preço bem menor do que os irmãos mais caros. É apontado por vários guias como melhor iPhone custo-benefício em 2025.

• Pontos de atenção:
Tela ainda em 60 Hz, sem Dynamic Island, sem ultrawide e sem MagSafe. É uma proposta mais enxuta.

• Onde conferir o preço:
Ver iPhone 16e na Amazon

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Perguntas frequentes de quem está escolhendo celular em 2025

1. “Vale a pena pagar mais por 5G ou posso ficar no 4G mesmo”
Se você vive em capitais e regiões com boa cobertura, 5G é um investimento inteligente para quem quer ficar vários anos com o aparelho. Se o orçamento estiver muito apertado e você pretende trocar mais cedo, um bom 4G ainda pode ser aceitável.

2. “Quantos GB de RAM eu realmente preciso para não ver o celular travar”
Para 2025, 6 GB é o mínimo razoável para uso geral. Se você trabalha ou estuda com o celular, usa muitos apps ao mesmo tempo ou quer ficar mais tempo com o aparelho, 8 GB é o ponto ideal, especialmente na faixa intermediária.

3. “Megapixel decide qualidade de câmera”
Não. Megapixel ajuda em detalhes e recorte, mas o que mais pesa é a combinação de sensor, processamento de imagem e estabilização. Uma boa câmera de 48 MP em iPhone ou 50 MP em intermediário forte pode entregar mais que um sensor de 108 MP mal aproveitado em aparelho barato.

4. “Bateria de 5.000 mAh é sempre melhor”
Em geral sim, mas a forma como o sistema gerencia essa bateria importa muito. Um aparelho bem otimizado com 4.500 mAh pode entregar resultado próximo de outro com 5.000 mAh mal ajustado. Ainda assim, na dúvida, 5.000 mAh é um excelente ponto de partida.

5. “É melhor pegar um intermediário novo ou um topo de linha antigo”
Depende. Um topo de linha de geração anterior costuma ter câmera e processador melhores, mas pode perder em bateria, atualizações e suporte a recursos novos. Um intermediário novo, tipo Redmi Note 14 Pro 5G ou Moto G86, entrega pacote bem equilibrado, com 5G e software mais atualizado. Se você valoriza câmera e performance bruta, um flagship um pouco mais antigo pode valer a pena. Se quer equilíbrio e atualizações, intermediário forte de 2025 é uma aposta muito segura.

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Como não errar na compra em 2025

Em 2025, escolher celular no Brasil deixou de ser só questão de “acabou o dinheiro, vai esse mesmo”. Com preços mais alto e vida útil mais longa, cada escolha errada dói por mais tempo.

Se você quer um resumo bem direto:

• Defina com honestidade o seu uso, básico, intermediário ou pesado.
• Escolha a faixa de preço em que você realmente pode jogar.
• Dentro dela, defina alguns mínimos, 6 ou 8 GB de RAM, 128 GB ou 256 GB de armazenamento, bateria de 5.000 mAh, tela Full HD de boa qualidade e, se possível, 5G.
• Use exemplos concretos como os que mostramos: Galaxy A07, Redmi 15C, Moto G15, Galaxy A17, Redmi Note 14 Pro 5G, Moto G86, Galaxy S25 Ultra, iPhone 17 e iPhone 16e, como referência, não como única opção.

Se você se enxergou em algum dos perfis e achou nas listas um aparelho que “bate” com seu bolso e seu uso, é bem provável que essa escolha seja segura.

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Sobre o Autor

Hemerson Brandão
Hemerson Brandão

Jornalista de ciência e tecnologia e, nas horas vagas, é um caçador de bons produtos e serviços.